Fala! Hoje não tenho exatamente um devaneio, mas achei interessante o raciocínio sobre um e-mail que recebi, teoricamente endossado pelo respeitável Millôr Fernandes. O Título do e-mail é "orgasmo trifásico" que transcreverei abaixo:
********************************************************
ORGASMO TRIFÁSICO - Millor Fernandes (escrito errado, assim mesmo).
Orgasmo feminino é coisa da qual as mulheres entendem muito pouco... e os homens, muito menos ! Pelo fato de ser uma reação endócrina que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu ou se foi simulado.
Orgasmo masculino, não! É aquela coisa que todo mundo vê. Deixa o maior flagrante por onde passa...
Diante desse mistério, as investigações continuam e muitas pesquisas são feitas e centenas de livros escritos para esclarecer este gostoso e excitante assunto. Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema.
Vi, outro dia, no programa do Jô Soares, uma sexóloga sergipana dando uma entrevista sobre orgasmo feminino.
A mulher, que mais parecia a gerente comercial da Walita, falava do corpo, como quem apresenta o desempenho de uma nova cafeteira doméstica. Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Unidos para medir a descarga elétrica emitida pela "Periquita“, na hora do orgasmo.
E chegou à incrível conclusão de que, na hora"H",a“perseguida” dispara uma descarga de 250.000 microvolts !
Ou seja, cinco "pererecas" juntas, ligadas na hora do “ai meu deus”, seriam suficientes para acender uma lâmpada !
Uma dúzia, então, é capaz de dar partida num Fusca com a bateria arriada !
Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone celular...
Disse que gozou e... Tcham ! Carregou !
É preciso ter cuidado, porque, isso não é mais “xibiu”... é torradeira elétrica !
E se der um curto circuito na hora de "virar o zoinho", além de vesgo, a gente sai com mal de Parkinson e com a “lingüiça” torrada ! ! !
Pensei: camisinha agora é pouco, tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar com fita isolante. E na hora "H", não tire o tênis nem pise no chão molhado... Pode ser pior !
É recomendável, meu amigo, na hora que você for “molhar” o seu "biscoito" lá na “canequinha” de sua namorada, perguntar: é 110 ou 220 volts? Se não,meu xará, depois do que essa moça falou lá no Jô, pode dar "ovo frito no café da manhã” !
Esse país não melhora, por absoluta falta de criatividade... São as mulheres, a solução contra o apagão ! ! !
Millor Fernandes
********************************************************
Depois de me divertir com o texto, veio a análise. Com essa, a decepção! Não quero tacar areia no sorvete do Millor, sei que engenharia não é o ramo dele mas...
250.000 microvolts / 1.000.000 = 0,25 volts , ou seja, 12 dispositivos do prazer em série equivalem a uma pilha, no contexto de tensão. Se considerarmos que o corpo humano tolera uma corrente de 20mA, teremos 0,25 * 0,2 = 0,05W... Nosso corpo consome cerca de 120W/s, logo um orgasmo isolado não é lá tão desgastante, creio que a gata gaste mais em atividade cerebral na hora H que na vulva intumescida pelo prazer...
No contexto de potência eu diria que uma punheta ou o ato sexual porduzem mais energia (tanto mecânica como dissipada por calor) que isso. Vamos estimar que um pênis pese 100g = 0,1Kg. Vamos também pegar um indivíduo padrão, com 15cm (0,15m) de ferramenta. Se considerarmos que o cara dá 2,5 fincadas por segundo, ou seja, trata-se de uma britadeira, teremos:
2,5*0,15 = 0,375 m/s
A equação geral da da potência mecânica é que segue:
P = m*g*V
g= 10m/(s*s)
logo:
P =0,1*10*0,375 = 0,375w
Agora, supunhetamos que o indivíduo seja um presidiário que não vê uma perseguida a meses (estou quase nessa) e afoga o ganso por 1h sem interrupção (e sem viagra!):
0,375 * 3600 = 1350 KJ = 239 kcal, considerando uma eficiência de 20% o troglodita deverá gastar cerca de 1194 kcal.
Aqui desconsideramos que o banzé está gastando cerca de 10% da energia disponivel para o coração, cerca de 20% dessa para o cérebro, cerca de 50% para atividades motoras, energia pra cacete com radiação de calor e transpiração, etc... A eficiência energética da transa é bem menor, portanto vale mais uma boa trepada que se matar na academia.
Obs: Esses cálculos são bastante imprecisos, mas o mecanismo é mais ou menos esse.
Então vai o toque pra galera, especialmente para a mulherada! Gozar é bom mas a trepada em si já traz ótimos benefícios para a saúde. Até a próxima.
03/05/2008
02/05/2008
Emossexual -> Um nível abaixo!
Olá! O devaneio de hoje é sobre uma viadagem na qual meu cunhado mais novo quase se meteu!
O coitado tem 14 anos e tem o mal e velho hábito de tentar se nivelar com os colegas da sua idade. No momento minha cidade está sofrendo de um modismo que vem afetando os adolescentes de todas as cidades com mais de 1000 habitantes (isso mesmo, MIL!), trata-se do jeito EMO de ser. Ele quase caiu nessa, ainda bem que eu e meu outro cunhado nos empenhamos em trazê-lo novamente para o saudável universo heterossexual!
Um pouco de cultura:
Emo (abreviação do inglês emotional) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual.
Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring).
No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum RocknRoll e a revista de skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.
Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então.
É importante lembrar que nenhuma destas bandas jamais aceitou ou se auto-definiu através deste rótulo. A palavra "Emo" é vista como uma piada ou algo pejorativo e artificial.
O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC sound) primeiramente explorado por bandas como Faith, Rites of Spring e Embrace tem suas raízes no punk rock.
O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. A dinâmica calmo/gritado ("quiet/loud") freqüentemente ouvida em bandas recentes tais como Seatia e Thursday tiveram suas raízes nestas bandas. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como "molengas"¹ ("wimps", "weaklings").
Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais².
Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.
Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos,Trajes Listrados, Mad Rats, Cabelos Coloridos e franjas caídas sobre os olhos.
Bandas do gênero Emocore
NX Zero
Fresno
Paramore
Simple Plan
30 Seconds to Mars
ForFun
Créditos: "http://pt.wikipedia.org/wiki/Emo"
Porém, se realmente quiserem saber como a sociedade que se preza avalia os emos, visite esse link:
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Emo
Toda a verdade sobre o universo cor-de-rosa está lá, para quem for capaz de ler!
Eu estava pensando na classificação socio-sexual dos emos quando me veio uma relevação, segue topologia:
- Heterossexual;
- metrossexual;
- Bissexual;
- Homossexual;
- Emossexual.
Me disseram que há algo entre o heterossexual e o metrossexual (deve ser um análogo ao celacanto, peixe que herdou traços dos répteis, determinado como um elo perdido entre as duas famílias de vertebrados) mas isolando a primeira atribuição da topologia acima, todo o resto carrega (mais á medida que vai descendo) traços de viadagem!
Sinceramente, acho que as emossexuais ficam bem gostosas, aquele misto entre perversa e menina me leva á pergunta: Onde está o divisor de águas eróticas entre a inocência das boinas cor-de-rosa e as saias xadrez deixando á mostra os caminhos para o vale de vênus?
Aguardo sua opinião!
Obs: Não tenho nada contra viado desde que esteja fora do meu alcance de visão ou carregado em uma marcha fúnebre.
O coitado tem 14 anos e tem o mal e velho hábito de tentar se nivelar com os colegas da sua idade. No momento minha cidade está sofrendo de um modismo que vem afetando os adolescentes de todas as cidades com mais de 1000 habitantes (isso mesmo, MIL!), trata-se do jeito EMO de ser. Ele quase caiu nessa, ainda bem que eu e meu outro cunhado nos empenhamos em trazê-lo novamente para o saudável universo heterossexual!
Um pouco de cultura:
Emo (abreviação do inglês emotional) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual.
Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring).
No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum RocknRoll e a revista de skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.
Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então.
É importante lembrar que nenhuma destas bandas jamais aceitou ou se auto-definiu através deste rótulo. A palavra "Emo" é vista como uma piada ou algo pejorativo e artificial.
O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC sound) primeiramente explorado por bandas como Faith, Rites of Spring e Embrace tem suas raízes no punk rock.
O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. A dinâmica calmo/gritado ("quiet/loud") freqüentemente ouvida em bandas recentes tais como Seatia e Thursday tiveram suas raízes nestas bandas. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como "molengas"¹ ("wimps", "weaklings").
Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais².
Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.
Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos,Trajes Listrados, Mad Rats, Cabelos Coloridos e franjas caídas sobre os olhos.
Bandas do gênero Emocore
NX Zero
Fresno
Paramore
Simple Plan
30 Seconds to Mars
ForFun
Créditos: "http://pt.wikipedia.org/wiki/Emo"
Porém, se realmente quiserem saber como a sociedade que se preza avalia os emos, visite esse link:
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Emo
Toda a verdade sobre o universo cor-de-rosa está lá, para quem for capaz de ler!
Eu estava pensando na classificação socio-sexual dos emos quando me veio uma relevação, segue topologia:
- Heterossexual;
- metrossexual;
- Bissexual;
- Homossexual;
- Emossexual.
Me disseram que há algo entre o heterossexual e o metrossexual (deve ser um análogo ao celacanto, peixe que herdou traços dos répteis, determinado como um elo perdido entre as duas famílias de vertebrados) mas isolando a primeira atribuição da topologia acima, todo o resto carrega (mais á medida que vai descendo) traços de viadagem!
Sinceramente, acho que as emossexuais ficam bem gostosas, aquele misto entre perversa e menina me leva á pergunta: Onde está o divisor de águas eróticas entre a inocência das boinas cor-de-rosa e as saias xadrez deixando á mostra os caminhos para o vale de vênus?
Aguardo sua opinião!
Obs: Não tenho nada contra viado desde que esteja fora do meu alcance de visão ou carregado em uma marcha fúnebre.
Marcadores:
boiola,
classificação,
emo,
escrito por mim
Assinar:
Comentários (Atom)